Falo por ti, meu anjo. Pobres Diabos, tiraram-te pedaços de alma, que serão, ainda que por muito pouco, meus. Sinto falta do teu riso, do teu cheiro que já há muito me esqueço como é. Amo-te e para sempre te amarei, meu desejado anjo.
(High in the sky)
Não gosto que digam asneiras ao pé de mim.
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Páginas mortas, vazias. Folhas com o cheiro a mofo, marcadas pelo tempo e desrespeitadas por todos. Linhas que nunca chegam a ser preenchidas e se esquecem através da areia na ampulheta a que chamamos vida. Cada grão desperdiçado em dor, frustrações ou ódio, é mais um passo para a decadência do cadáver da nossa sociedade.
Palavras assassinadas pelo desespero e pelos gritos mudos da alma...palavras que nunca serão ditas ou escritas pela falta de complexidade intelectual de todos os mortos-vivos que caminham sobre as cinzas do consolo e da indiferença. Poucas são as pessoas que sangram tinta , que se importam (genuinamente) com esta falta de consciência que a Humanidade (ou, neste caso, a "humanidade") tem quanto às folhas que ainda esperam por ser preenchidas com palavras de amor e compreensão. E, enquanto eu escrevo estas "palavras bonitas" que irão ser prontamente afogadas em esquecimento e apatia, suspiro. Desejo, honestamente, que tenha nascido alguém com a consciência mais pura, mais inocente, mais frágil e mais sábia que faça entender estas "pessoas" que não há só uma janela para olhar lá para fora...mas claro, poucos ou nenhuns sabem como destrancar as restantes, mesmo tendo as chaves penduradas na ponta do nariz.
Fé? Nunca estive tão afastada dela. A "humanidade" não merece fé...não precisa de fé.
Palavras assassinadas pelo desespero e pelos gritos mudos da alma...palavras que nunca serão ditas ou escritas pela falta de complexidade intelectual de todos os mortos-vivos que caminham sobre as cinzas do consolo e da indiferença. Poucas são as pessoas que sangram tinta , que se importam (genuinamente) com esta falta de consciência que a Humanidade (ou, neste caso, a "humanidade") tem quanto às folhas que ainda esperam por ser preenchidas com palavras de amor e compreensão. E, enquanto eu escrevo estas "palavras bonitas" que irão ser prontamente afogadas em esquecimento e apatia, suspiro. Desejo, honestamente, que tenha nascido alguém com a consciência mais pura, mais inocente, mais frágil e mais sábia que faça entender estas "pessoas" que não há só uma janela para olhar lá para fora...mas claro, poucos ou nenhuns sabem como destrancar as restantes, mesmo tendo as chaves penduradas na ponta do nariz.
Fé? Nunca estive tão afastada dela. A "humanidade" não merece fé...não precisa de fé.
sábado, 27 de agosto de 2011
sábado, 9 de julho de 2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
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